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Dados divulgados pelo Observatório dos Sistemas de Saúde geram polémica
 
O Observatório dos Sistemas de Saúde (OBSS) garantiu que os dados analisados no relatório apresentado quarta-feira e contestados pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte e pela Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) foram fornecidos pelo Ministério da Saúde, avança a agência Lusa.
 
Dados divulgados pelo Observatório dos Sistemas de Saúde geram polémica
 

“O Observatório observa e observa sobre os dados que lhe são fornecidos pelo Ministério da Saúde. Nós não inventamos dados. Alguns dos dados mostrados são dados que nos parecem discutíveis, mas não devemos deixar de mostrá-los às pessoas. Essa é a nossa observação, enquanto Observatório que observa com transparência”, afirmou em declarações à Lusa uma das autoras do relatório e professora da Escola Nacional de Saúde Pública, Ana Escoval.

À margem da apresentação do Relatório da Primavera, em Lisboa, Ana Escoval admitiu que “alguns dos dados possam ter algumas incoerências”, referindo que o próprio Observatório “chamou a atenção de algumas inconsistências que foram corrigidas”.

“Pareceu-nos mais consistente o sistema este ano do que no ano passado”, disse, acrescentando que “ainda demorarão quatro ou cinco anos até o sistema de informação se consolidar”.

O presidente da ARS do Norte, Fernando Araújo, afirmou que os números divulgados sobre tempos de espera para consultas e cirurgias “são errados e constituem uma distorção grosseira da realidade”.

Numa conferência de imprensa conjunta com a maioria dos responsáveis pelos hospitais do Norte, Fernando Araújo disse que, “perante dados tão inverosímeis, lamenta-se profundamente que não tenha havido um esforço de validação dos mesmos, o que pode traduzir incompetência ou má fé”.

Ana Escoval garante que o Observatório “não agiu de má fé, de maneira nenhuma” e reafirma que “o que o relatório tratou são dados da base de dados nacional, que foi cedida pelo ministério, e revista várias vezes entre o OBSS e a tutela”.

O relatório apresentado demonstra que a maioria dos utentes esperou por uma consulta hospitalar, em 2010, mais que o tempo máximo de espera garantida, existindo casos em que a demora foi superior a três anos e meio.

Segundo Fernando Araújo, na região Norte, em Abril, os tempos de espera (mediana) de uma consulta externa eram de 80 dias (2,7 meses) e para uma cirurgia de 84 dias (2,8 meses).

Unidade do Baixo Alentejo admite recorrer aos tribunais

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) considerou “falsos” os dados do Observatório dos Sistemas de Saúde sobre tempos de espera para consultas no hospital de Beja e admitiu recorrer aos tribunais para repor a verdade.

Os dados do “Relatório da Primavera” “são falsos e não correspondem minimamente à realidade” do hospital de Beja, disse José Manuel Mestre, presidente da ULSBA, que gere o hospital.

A ULSBA considera a divulgação dos “dados falsos” uma “afrontosa ofensa” aos seus profissionais e “pondera seriamente o recurso aos meios judiciais comuns e criminais, para a reposição da verdade dos factos”, disse.

José Manuel Mestre falava numa conferência de imprensa no hospital de Beja, para contestar os dados do relatório relativos aos tempos de espera para consultas na unidade em 2010.

Segundo o relatório, em 2010, o hospital de Beja demorou tempos máximos de 1.396, 1.143 e 211 dias para responder, respectivamente, a consultas de oftalmologia, cardiologia e psiquiatria.

A ULSBA contrapõe e refere que os tempos máximos de espera para aquelas consultas foram, respectivamente, de 184, 363 e 357 dias e os médios de 33, 83 e 47 dias.

Segundo o responsável, os dados da ULSBA constam “na base de dados oficial do Ministério da Saúde”, o sistema “Sonho”, que tem “toda a informação administrativa referente a cada doente”.

Os dados, que a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e o Ministério da Saúde “bem conhecem”, estão “bem longe” dos divulgados hoje pelo observatório.

“A falsidade” dos dados do observatório “não é ignorada pelo Ministério da Saúde”, disse, lembrando que “a gestão do sistema de consultas a tempo e horas” compete à ACSS, órgão de apoio da tutela e que “bem sabe das incongruências” dos números do sistema informático que adquiriu, o “Alert”, “cuja interface com o sistema ‘Sonho’, pura e simplesmente não funciona”.

“Este facto é sobejamente conhecido pelos responsáveis desde 2007 e nunca foi resolvido, nem pela ACSS, nem pela empresa que assegura a assistência” ao “Alert”, disse.

A “falsidade” dos dados do "Alert" – disse – “é igualmente conhecida e encontra-se amplamente documentada junto da Entidade Reguladora da Saúde (ERS)”, que, em Julho de 2010, instaurou processos de contra-ordenação a vários hospitais, com base em elementos “única e exclusivamente” obtidos no “Alert”.

“A esmagadora maioria” dos hospitais “defendeu-se” invocando “a falsidade dos números”, lembrou, referindo que a ERS ainda “não emitiu qualquer decisão” sobre os processos.

Para exemplificar a falha entre os sistemas, o director clínico da ULSBA, José Aníbal, citou o caso de um utente que pediu ao hospital de Beja uma consulta de oftalmologia a 22 de Maio de 2009 e que foi marcada para 30 de Junho daquele ano, mas o doente faltou e foi marcada nova consulta para 28 de Agosto, que aconteceu, mas o utente mantém-se em lista de espera no “Alert” há 728 dias.

“Por acaso do destino, ou talvez não”, o observatório apresentou hoje um relatório com “dados falseados e sem o mínimo de correspondência com a realidade” e que “só pode dever-se a grosseira má-fé, com subjacentes intenções, que desconhecemos”, disse José Manuel Mestre.

O Observatório Português dos Sistemas de Saúde é constituído por uma rede de investigadores e instituições académicas dedicadas ao estudo dos sistemas de saúde.

Notícia RCMPharma.
Veja notícia aqui.

 
Admin | 2011-06-16 15:33:41
 
 
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