INÍCIO>Informação>Notícias>Maternidades: recém-nascidos mais seguros mas medidas de seguranç...
 
               
            IN    
Destaque

Saro Correntezin...
6,25 €
 
 
Outono
Nov'2017
23
quinta-feira
   
 
Informação
 
 
Maternidades: recém-nascidos mais seguros mas medidas de segurança ainda são pouco aplicadas
 
Os recém-nascidos nascem hoje mais seguros nos hospitais portugueses, mas há medidas que ainda estão insuficientemente aplicadas, como a pulseira electrónica, a videovigilância ou a codificação das portas de acesso, segundo uma auditoria do regulador do sector, avança a agência Lusa.
 
Maternidades: recém-nascidos mais seguros mas medidas de segurança ainda são pouco aplicadas
 

A acção foi desenvolvida pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e visou averiguar o cumprimento dos requisitos de um despacho de 2008 sobre segurança dos recém-nascidos, que foi publicado após o rapto nesse ano de uma criança no Hospital Padre Américo, em Penafiel.

Segundo o relatório desta acção, a que a Lusa teve acesso, “globalmente, os índices de observância de medidas de segurança instituídas em prol da segurança do recém-nascido obedecem a níveis de cumprimento satisfatórios”.

Em análise estiveram 63 instituições: 63,5% do sector público, 28,6% do privado e 7,9% do social.

Um dos parâmetros avaliados foi a videovigilância, tendo a ERS apurado que 55 prestadores (87,3%) afirmaram dispor deste sistema.

O regulador apurou uma taxa de cobertura das áreas consideradas vulneráveis “especialmente baixa” nas zonas exteriores: 25 instituições não incluem os acessos ao estabelecimento e apenas 35 vigiam os parques de estacionamento.

Os resultados também foram “pouco animadores” em relação às características dos dispositivos utilizados.

Dos inquiridos, 52 prestadores (82,5%) afirmam possuir sistemas de videovigilância com monitorização, mas somente 20 instituições monitorizam com recurso a gravação de imagem em alta definição.

A inexistência de gravação de imagem em alta definição “condiciona significativamente a utilidade dos sistemas de videovigilância adoptados, designadamente em caso de necessidade de visualização, para efeitos de reconhecimento de potenciais situação de risco, ou mesmo de reconstituição de situações de quebra de segurança”.

Sobre a estrutura física dos serviços, a ERS apurou que, “apesar de 45 instituições (71,4%) declararem que os respectivos serviços de obstetrícia se encontram instalados em zona de acesso funcional restrito, maioritariamente tal restrição não contempla a existência de porta de acesso codificado, já que 36 dos inquiridos (55,6%) reconhecem não dispor deste mecanismo”.

Ao nível da pulseira identificativa, a ERS identificou que os serviços de obstetrícia de 59 instituições (93,7%) procedem à “identificação dos recém-nascidos por meio de pulseira identificativa - por norma de material plástico - onde se inscrevem informações que permitem identificar o bebé em causa”.

Sobre a pulseira electrónica, 41 (em 63) instituições declararam possuir este sistema de segurança no serviço de obstetrícia, enquanto apenas 34 (em 51) confirmaram utilizar este dispositivo na neonatologia.

“Apesar de se tratar de uma população proporcionalmente baixa, considera-se que este esforço merece ser positivamente realçado, levando em conta o custo de investimento e as exigências infra-estruturais associadas a este mecanismo”.

A ERS destaca “os valores obtidos pelos prestadores de sector privado que, não estando abrangidos pela obrigatoriedade legal, terão optado pela implementação do sistema de segurança”.

A lei em questão (Despacho n.º 20730/2008) apenas define os procedimentos a adoptar nesta matéria para hospitais do Serviço Nacional de Saúde.

Outro parâmetro avaliado foi a identificação dos profissionais, verificando-se “uma boa percentagem de cumprimento no controlo de entradas e saídas de pessoas estranhas aos serviços, superior a 90%% em ambas as situações”.

“Da análise integrada dos resultados obtidos foi possível concluir que, globalmente, os índices de observância de medidas de segurança instituídas em prol da segurança do recém-nascido obedecem a níveis de cumprimento satisfatórios”, lê-se no documento.

Em 2010, nasceram nos hospitais do sector público 73.935 crianças, no privado 8.707 e no social 1.112.

Uma troca e um rapto impedidos e quedas de recém-nascidos e das puérperas

Uma troca de recém-nascidos resolvida em 48 horas, uma tentativa de rapto impedida pelos serviços e 17 situações de quedas do bebé ou da puérpera foram ocorrências registadas nos últimos quatro anos em maternidades, segundo o regulador do sector.

Os casos estão registados no relatório da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) no âmbito de uma acção desenvolvida sobre a segurança do recém-nascido em meio hospitalar, a que a Lusa teve acesso.

Nesse documento, é referido que, além das duas situações de rapto em 2006 e 2008 no Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, as instituições referiram outras ocorrências.

“Um outro prestador referiu uma tentativa de rapto pelo pai da criança, que não se concretizou por ter sido imediatamente detectada pelos serviços”, escreve a ERS.

Em relação a trocas de recém-nascidos, foi referida uma situação, a qual “foi detectada e resolvida num intervalo de 48 horas, com o auxílio da PSP”.

Além destes casos, “foram reportadas 17 situações de quedas do recém-nascido ou da puérpera entre 2006 e 2010, bem como a implementação imediata de medidas preventivas da repetição da situação”.

Das 17 ocorrências registadas, “oito referem-se à mesma instituição, encontrando-se as restantes nove distribuídas por oito prestadores”.

Esta acção da ERS visou averiguar o cumprimento dos requisitos de um despacho de 2008 sobre segurança dos recém-nascidos que foi publicado após o rapto de uma criança no Hospital Padre Américo, em Penafiel.

Segundo o relatório, “globalmente, os índices de observância de medidas de segurança instituídas em prol da segurança do recém-nascido obedecem a níveis de cumprimento satisfatórios”.

Em análise estiveram 63 instituições, das quais 63,5% do sector público, 28,6% do privado e 7,9% do social.

Notícia RCMPharma.
Veja notícia aqui.

 
Admin | 2011-06-09 15:06:22
 
 
1
 
 
Publicidade Google
 
 
 
Promoções


DrBrown's Biberão Standard Vidro 250 ml
13,99 €
11,19 €
 
HORÁRIO de FUNCIONAMENTO
   
2ª a sexta:
8h às 24h
sábado:
9h às 24h
Horário actual
Neste momento:
Estamos abertos
[SERVIÇO PERMANENTE]
   
 
A DECORRER HOJE
   
Podologia |9h>13h
Enfermagem |9h>13h
   
 
AGENDA
 
S T Q Q S S D
F234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031
 
- Actividade
 
- Mês actual
 
     
MARCAS + PROCURADAS
 
XLS | Emagrecimento Bioderma | Dermocosmética Drenafast | Emagrecimento
Saro | Puericultura Pure Altitude | Dermocosmética PiC | Tensiómetros
Cellulase Gold | Emagrecimento Medela | Mamã BioActivo | Suplementos
 
       
PARCERIAS
 
Wellfit Fitness & Spa Associação de Solidariedade Social dos Idosos de Canidelo Grupo Desportivo Bolacesto Ocean Day Spa
Fisiodomus Marta de Sousa Lopes Psicologia Global Sénior Rios e Trilhos
Laços com Futuro, Apoio Domiciliário      
       
 
Newsletters
 
Cartão Cliente
 
Fale connosco
 
Adicionar aos Favoritos
 
 
Social
 
  Siga-nos no Twitter! Siga-nos no Facebook
 
 
Publicidade
 
BioActivo LipoExit | Um novo conceito de emagrecimento!
 
 
  TOPO  
  INÍCIO | OnLine | Quem somos | Serviços | Farmácias de Serviço | Informações | Contactos | Links  
     
  Direcção Técnica: Drª Maria Manuela S. Rodrigues M. Rocha
2017 © Farmácia Rodrigues Rocha, Soc. Unipessoal | Todos os direitos reservados