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Hospitais suspeitos de má gestão
 
As situações de ruptura de stocks, cobrança de medicamentos aos doentes e falta de material nos hospitais resultam, segundo as investigações que estão a ser realizadas pelas autoridades de saúde, de uma má gestão e falta de controlo. (Notícia RCMPharma)
 
Hospitais suspeitos de má gestão
 

Segundo apurou o jornal SOL, o inspector-geral das Actividades em Saúde (IGAS) enviou um ofício a 70 entidades, entre estabelecimentos de saúde e administrações regionais, em que alerta para a necessidade de se "prevenirem situações de eventuais carências permanentes ou temporárias".

A IGAS pediu explicações a todos os estabelecimentos do país, depois de terem vindo a público vários casos polémicos. O Hospital dos Capuchos, por exemplo, exigiu aos doentes o pagamento (362 euros) de medicamentos para a hepatite B, até então gratuitos. Já o Hospital de Cascais disse aos familiares de internados para comprarem remédios que a farmácia hospitalar não tinha disponíveis. E a Maternidade Alfredo da Costa solicitou donativos aos utentes, enquanto outras unidades pediram aos pais para trazerem fraldas e leite para os filhos. A conclusão destes e de outros processos da IGAS poderá levar, apurou o SOL, a que alguns gestores dos hospitais venham a ser alvo de inquéritos.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, já disse que estas situações nada têm a ver com a crise e que não há "nenhuma razão para que os hospitais não tenham capacidade de gerir" – acrescentando que é preciso controlar e evitar a fraude nos hospitais ("muitas vezes as fraldas têm asas e desaparecem, como outros produtos").

Mas os médicos e gestores dizem não ter dúvidas de que as rupturas de stocks e a falta de produtos têm origem na falta de dinheiro do Estado e nos cortes de 15% impostos pela tutela no Orçamento do Estado deste ano.

"Ou os hospitais andavam mal geridos – e, nesse caso, nunca vi a senhora ministra a substituir um conselho de administração –, ou não andavam e estas falhas mostram que não comportam mais cortes", alega o bastonário dos médicos. José Manuel Silva criou uma conta de e-mail para que os clínicos possam denunciar as graves situações que se estão a viver nos hospitais.

Faltam requisições...

Segundo os profissionais de saúde, as falhas sucedem-se. No Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (que inclui o S. Francisco Xavier, o Santa Cruz e o Egas Moniz), os médicos queixam-se, por exemplo, da falta de requisições para análises e exames ao exterior. "Não há requisições, o que me impede de pedir mamografias", conta ao SOL Paulo Simões, cirurgião geral e dirigente do Sindicato Independente dos Médicos, adiantando que a administração justifica a falha com atrasos na emissão das requisições pela Imprensa Nacional Casa da Moeda.

Mas o bastonário tem outra explicação: "É um problema existente em muitos hospitais com o objectivo de deslocar para os centros de saúde os gastos com essas análises, pois aí os utentes conseguem as requisições".

No Hospital de Coimbra, por seu lado, os profissionais denunciam a demora na reposição de stocks de reagentes para algumas análises. Segundo adiantou ao SOL Sérgio Esperança, médico e dirigente da Federação Nacional dos Médicos, além da falta de reagentes, há aparelhos avariados que demoram mais tempo do que o habitual a ser reparados – como aconteceu recentemente no Hospital dos Covões, com um aparelho de gastroenterologia.

... e almofadas

Mas a ruptura de stocks de medicamentos é uma das situações mais apontadas. O sindicato e a Ordem dos Enfermeiros (OE) têm alertado para a falta de remédios e material clínico em várias unidades. No Hospital de Braga, por exemplo, e segundo Germano Couto, da OE, os profissionais queixaram-se de "falta de medicamentos e material, como almofadas".

"Em muitos outros hospitais, pede-se aos doentes para levarem os medicamentos de casa", garante a sindicalista Guadalupe Simões.

Segundo o SOL apurou, no entanto, quando questionadas pela tutela, muitas instituições alegam que se tratou de problemas de comunicação. "Os médicos pedem às famílias que tragam os remédios do paciente para verem o historial clínico e as pessoas interpretam isso mal", argumenta fonte do Ministério da Saúde.

No centro de toda esta polémica estão os gestores, com o presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares a admitir que há algumas rupturas de stocks e a garantir que "a situação financeira dos hospitais é mesmo muito difícil".

Notícia RCMPharma/Sol.
Veja notícia aqui.

 
Admin | 2011-05-10 12:20:18
 
 
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