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Cardiologia: combate à morte por enfarte esbarra no desconhecimento das populações
 
O principal problema que Portugal enfrenta no combate à morte por enfarte é o mesmo dos outros países da Europa: o desconhecimento das populações de que perante sintomas de ataque cardíaco devem sempre chamar a emergência medica, avança a agência Lusa.
 
Cardiologia: combate à morte por enfarte esbarra no desconhecimento das populações
 

Estas são as principais conclusões de um encontro que reuniu em Praga cardiologistas de vários países europeus e que terminou na sexta-feira, com o objectivo de avaliar os resultados de um novo programa de combate à mortalidade por enfarte do miocárdio e, em função desses resultados, definir estratégias para o futuro.

Designado 'Stent For Life' (SFL), este programa é uma iniciativa da Associação Europeia de Intervenção Cardiovascular Percutânea, que junta cardiologistas de intervenção, representantes dos Governos, indústria e associações de doentes, com vista a assegurar atempadamente à maioria dos doentes a melhor terapêutica para o enfarte agudo do miocárdio, a angioplastia primária.

Embora os números apresentados tenham revelado disparidades significativas, de país para país, no número de pessoas sujeitas a angioplastias primárias ou a outro tipo de intervenções, todos os participantes foram unânimes naquilo que consideram ser o grande entrave a um maior sucesso da intervenção médica: a falta de participação da população.

Desde a Bulgária, país que apresentou melhores resultados, até à Grécia, onde o sucesso do programa parece ter sido menor, todos se mostraram preocupados com o facto de os doentes, perante sintomas de enfarte, se deslocarem sozinhos aos hospitais ou optarem por fazer uma chamada telefónica que não para o serviço de emergência médica.

França é um exemplo onde a população normalmente liga primeiro para o médico pessoal. Embora este possa identificar o problema e mandar o doente ligar de seguida o número de emergência, todo este processo implica perda de um tempo que é fundamental nos enfartes.

Para o futuro, ficou assente na reunião que a prioridade é a educação e a sensibilização das pessoas para a importância de saberem identificar os sintomas e, perante estes, não terem a mínima dúvida de que devem chamar o 112.

Importa, pois, envolver os Governos na promoção e lançamento de campanhas nacionais de informação, concluíram os especialistas, embora manifestando algum receio perante as restrições orçamentais vividas em época de crise.

De tal forma que, durante a apresentação feita por uma cardiologista sérvia, secretária de Estado e ex-ministra da Saúde desse país, onde o sucesso do programa está ligado à participação do Governo, lhe foi perguntado qual o segredo para conseguir envolver os políticos e governantes.

A responsável respondeu ser fundamental ter bons cardiologistas de intervenção líderes e com capacidade para convencer os governantes de Saúde da importância da angioplastia primária e - acrescentou em tom de brincadeira - ter cardiologistas no Governo (numa alusão à sua própria situação).

Uma realidade que ficou bem patente durante a conferência foi o maior sucesso do programa em países do norte e leste da Europa do que do sul, embora tenha ficado a incógnita no ar sobre como tal se explica.

Na opinião dos cardiologistas portugueses Hélder Pereira e Rui Ferreira, que participaram no encontro, os resultados entre os países não podem ser comparados porque os contextos, as realidades e as culturas são diferentes.

Desde logo, há países em que a população de uma cidade apenas é igual em número à de Portugal, outros estão divididos por regiões com autonomias politicas, outros têm maior incidência de enfartes, e tudo isto são parâmetros que alteram as estatísticas.

Hélder Pereira aponta um exemplo: a meta europeia traçada para o 'Stent for Life' é que cada país consiga alcançar as 600 angioplastias por milhão de habitantes.

“Este número dificilmente será alcançado em Portugal, não por insucesso do programa, mas apenas porque não temos uma taxa de incidência de enfartes tão grande que nos permita chegar a esses números”, explicou, acrescentando que os países do sul da Europa têm menos enfartes do que os do norte, devido à alimentação mediterrânica.

Além disso, embora países como a Alemanha tenham demonstrado maior sucesso no número de intervenções cardíacas após o enfarte do que Portugal, tal não se traduz em menos mortes, antes pelo contrário, salientou Rui Pereira, afirmando que a taxa de mortalidade por enfarte é menor em Portugal do que naquele país.

Notícia RCMPharma.
Veja notícia aqui.

 
Admin | 2012-03-05 11:36:12
 
 
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